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domingo, 17 de abril de 2011

Novo ano novas Turmas e as Expectativas de Sucesso estão renovadas.




Os preparativos para recebê-los foram muitos, era um tal de arruma aqui, muda ali. Estavamos anciosos aguardando vocês, queriámos tudo bem arrumadinho e limpinhos.
O planejamentos de como iriámos, nos preparar, quais atividades, de acolhimentos seria melhor.
Mas valeu a apenas, quando vimos seus rostinhos anciosos, cheios de curiosidade.

Confraternizações Final de 2010

Essa Turma 5º ano se despedem de nossa Escola, nós desejamos a todos muito sucesso na nova caminhada. Sucesso Turminha!!

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Formação Continuada.

Olá Amigos.
Participei de um curso de formação continuada, online, para AEE (Atendimento Educacional Especializado). Foi Fantástico , pois, inclusão é uma necessário para grande discussão, para nós professores. Os assuntos abordados foram de suma importancia.
Todos os assuntos foram ótimo e de suma importancia.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Estamos em formações nos dias 02 a 04 de Agosto de 2010, na Escola IOP. Formações TIC( Tecnologia e Informações e Comunicações . Com professores de Brasileia, Xapuri, Assis Brasil e Epitaciolândia.
Aguardem Novidades. Em Web, Blogger, site e muito MAIS.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

projeto Leitura

Língua Portuguesa
Prática pedagógicano Fundamental II
Os produtores de fábulas
Bloco de Conteúdo
Língua Portuguesa

Conteúdo
Variação Linguística

Introdução
este trabalho aborda um conteúdo pouco ensinado atualmente a fáfula. O assunto é amplo e evidentemente não será esgotado. Mas, antes de começar, gostaríamos de sugerir uma reflexão sobre por que ensinar fábulas na escola vale a pena:
- A fábula desperta a sensibilidade para a compreensão e reflexão valores morais no mundo, as através desses gêneros;
- O convívio com as fábulas favorece o prazer da leitura do texto simples e sensibiliza para a produção dos próprios poemas;
- O exercício de leituras e analise ajuda no desenvolvimento de uma percepção mais rica da realidade, aumenta a familiaridade com a linguagem mais elaborada da literatura e enriquece a sensibilidade.

O Esopo de 620—560 a.C.) viveu na Grécia , As fábulas remontam uma chance popular para educação moral: as algumas delas são: A tartaruga e a lebre, O vento norte e o sol e O menino que gritava lobo, O Lobo e o Cordeiro etc. O considerado o pai das fábulas La Fontaine e as Fábulas modernas.

Objetivos
O aluno deverá ser capaz de escutar, ler, compreender, interpretar, relatar oralmente e produzir fábulas. Também deve reconhecer e fazer uso de recursos da linguagem, as características do gêneros.
Conteúdos
- Revisão dos conceitos de fábula, estrutura, elementos característicos, origem, educação moral,
- Recursos da linguagem simples,os diversos elementos utilizados no gêneros: dialogo entre animais moral do texto e a situações principal o caráter de ensinamento.
Ano
3° e 4° anos
Tempo estimado
10 aulas de 50 minutos

Materiais necessários
- Livro e biografias de alguns autores, fábulas serão estudados em classe.
- Computadores com acesso à internet, livros de poesia.

Desenvolvimento das atividades
Organização da sala
Discussão do tema, divida a turma em pequenos grupos, em duplas e, às vezes, em trios. Em outros momentos, abra uma roda, para que todos participem.

Ambiente favorável
Para criar um ambiente favorável ao estudo, leve para a classe imagens e breves biografias dos autores que serão lidos em sala de aula. Os alunos devem ser solicitados para também pesquisarem imagens e biografias. Organize um painel num canto da sala com esse material e dê um título a ele, ou faça um concurso entre os alunos para a escolha do nome da área. À medida que o trabalho vai avançando, ali podem ser fixados fábulas de autores escolhidos pelos alunos oufábulas produzidos por eles

Mão na massa
Comece esta seqüência explicando para a classe que eles vão conhecer como alguns autores de fábula narram suas fábulas exemplifique: O que é necessário para uma produção de fabulas, e assim, ampliar o estudo da linguagem comparativa e denotativa.
Introduzir o assunto e conhecer o que pensam os alunos sobre o tema, pergunte a eles: O que é Fábula? O que move alguém a fazer uma fábula? Alguém da turma já escreveu uma fábula? Em que um texto científico é diferente de uma fabula?

Todas as fábulas querem dizer a mesma coisa?
No ensino de fábulas, é muito comum haver confusão entre a estrutura e a essência do gêneros.

Dê um tempo para a classe discutir as questões em pequenos grupos.

Fábulas é um termo que (fabula, ae) e significa relato, conversação, narração alegórica. É dela que provém o verbo fabulare - em português "falar. De acordo com essa definição, Fábulas são histórias fictícias que simulam verdades, têm sempre fundo moral ou didático, envolvem freqüentemente animais falantes ou divindades e, muitas vezes, apresentam feição humorística. ;

Roda de conversa
Depois, abra uma roda de conversa e solicite que contem o que pensaram. Essa conversa dará a você, professor, uma idéia do que seus alunos já sabem ou pensam sobre fábula. Na roda de conversa, eles vão expor o conhecimento prévio que têm do tema.

Prepare-se para ler
Em seguida, diga aos alunos que você vai ler para eles vários famosos fabulista, Esopo, escravo que viveu na Grécia no século VI antes de Cristo. francês Jean de La Fontaine (séc. XVII), Andersen, Perrault e irmãos Grimm: O Gato das Botas, O Patinho Feio, Os Três Porquinhos e o nosso Monteiro Lobato. Procure causar na bastante expressividade.

Primeira Leitura
Antes de começar a leitura, pergunte para a classe se eles sabem o porquê do o tema dessa fábula :
A Raposa e as Uvas

Uma Raposa, morta de fome, viu, ao passar diante de um pomar, penduradas nas grades de uma viçosa videira, alguns cachos de Uvas negras e maduras.

Ela então usou de todos os seus dotes e artifícios para pegá-las, mas como estavam fora do seu alcance, acabou se cansando em vão, e nada conseguiu.
Por fim deu meia volta e foi embora, e consolando a si mesma, meio desapontada disse:
Olhando com mais atenção, percebo agora que as Uvas estão todas estragadas, e não maduras como eu imaginei a princípio.
Autor: Esopo

Moral da História:
Ao não reconhecer e aceitar as próprias limitações, o vaidoso abre assim o caminho para sua infelicidade.


Para compreender melhor: Fábula

Conversa com o texto
Forneça questões que vão ajudar os alunos a compreender melhor o texto. Peça que, em duplas, eles respondam as questões no caderno. Eis algumas:

1. Explique por que a fábula se chama- a raposa e as uvas.

2. Em que sentido o autor iniciou com: uma raposa?

3. A autora usa palavras no masculino como se quem está falando no poema é um homem. Quais são essas palavras?

4. Qual é o motivo que tudo justifica na vida do eu-lírico” do poema? Justifique sua resposta, citando versos do poema.

5. Tomando como base a questão anterior, o eu-lírico” de um poema pode ser outro, em relação ao escritor do poema? Por exemplo, o eu-lírico” pode ser uma criança e o autor ser um adulto?

6. Com a ajuda do professor(a), pesquise uma letra de canção do compositor Chico Buarque, em que o “eu-lírico” é uma mulher.

Conversa sobre o texto
Reúna os alunos em círculo para conversar sobre o texto. Depois de terem discutido as questões em dupla, os alunos já têm o que falar sobre ele. Abra um espaço de discussão sobre o que foi entendido. Aqui, não existem respostas certas. O mais importante é a oportunidade para todos expressarem seus pontos de vista - o que entenderam, pensaram e sentiram, a partir da leitura e estudo do poema. Coloque as questões de compreensão em debate.

Segunda Leitura
Em outra aula, prepare-se para ler o poema “Autopsicografia”, do português Fernando Pessoa. Dê informações sobre a vida e obra desse importante poeta.

Autopsicografia

O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.
E assim nas calhas de roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama coração.

Fernando Pessoa

Vocabulário
Explique que, em língua portuguesa de Portugal, calhas de roda são trilhos e comboio de corda é um trem de brinquedo.

Conversa com o texto
Ajude os alunos a compreender melhor o texto. Peça que, em duplas, respondam no caderno:

1. O que é "autopsicografia"? Observe que na formação dessa palavra entraram: auto, psico e grafia. Você conhece outras palavras com esses radicais gregos?

2. Explique o que você compreende dos quatro primeiros versos:

"O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente"

3. Analise os versos seguintes:

"E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm"

a) A quem se referem as formas verbais no plural: lêem, sentem e têm?
b) O que você compreende por :a dor lida”?
c) A quem se referem as formas verbais no singular: escreve e teve?
d) Que palavra foi omitida neste verso: Não as duas que ele teve?
e) E nesse verso, que palavra foi omitida: Mas só a que eles não têm.?

4. Como você explica os quatro versos que acabou de analisar?

5. Nos versos a seguir, o poeta sintetiza o que disse nos versos anteriores. Vamos analisá-los:

"E assim nas calhas de roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama coração"

a) O que gira nas calhas de roda (trilhos de trem)?
b) Que nome o poeta dá para a palavra (coração)?
c) O que significa na língua portuguesa de Portugal a expressão "comboio de corda"?
d) Com que finalidade o coração gira nas calhas de roda?

Conversa sobre o texto
Reúna os alunos em círculo para conversar sobre o foi lido. Abra um espaço de discussão sobre o entendimento do texto. Crie um clima favorável para que todos expressem seus pontos de vista - o que entenderam, pensaram e sentiram, a partir da leitura e estudo do poema.

Terceira leitura
Escolha um bom momento para ler Procura da Poesia, de Carlos Drummond de Andrade. É um poema lindíssimo e longo que vai exigir tempo. Uma sugestão é que você o deixe como síntese de tudo que for estudado nesta unidade.

Procura da Poesia

Não faças versos sobre acontecimentos.
Não há criação nem morte perante a poesia.
Diante dela, a vida é um sol estático,
Não aquece nem ilumina.
As afinidades, os aniversários, os incidentes pessoais não contam.
Não faças poesia com o corpo,
esse excelente, completo e confortável corpo, tão infenso à efusão lírica.
Tua gota de bile, tua careta de gozo ou de dor no escuro
são indiferentes.
Nem me reveles teus sentimentos,
que se prevalecem do equívoco e tentam a longa viagem.
O que pensas e sentes, isso ainda não é poesia.
Não cantes tua cidade, deixa-a em paz.
O canto não é o movimento das máquinas nem o segredo das casas.
Não é música ouvida de passagem: rumor do mar nas ruas junto à linha de espuma.
O canto não é a natureza
nem os homens em sociedade.
Para ele, chuva e noite, fadiga e esperança nada significam.
A poesia (não tires poesia das coisas)
elide sujeito e objeto.
Não dramatizes, não invoques,
não indagues. Não percas tempo em mentir.
Não te aborreças.
Teu iate de marfim, teu sapato de diamante,
vossas mazurcas e abusões, vossos esqueletos de família
desaparecem na curva do tempo, é algo imprestável.
Não recomponhas
tua sepultada e merencória infância.
Não osciles entre o espelho e a
memória em dissipação.
Que se dissipou, não era poesia.
Que se partiu, cristal não era.
Penetra surdamente no reino das palavras.
Lá estão os poemas que esperam ser escritos.
Estão paralisados, mas não há desespero,
há calma e frescura na superfície intata.
Ei-los sós e mudos, em estado de dicionário.
Convive com teus poemas, antes de escrevê-los.
Tem paciência, se obscuros. Calma, se te provocam.
Espera que cada um se realize e consuma
com seu poder de palavra
e seu poder de silêncio.
Não forces o poema a desprender-se do limbo.
Não colhas no chão o poema que se perdeu.
Não adules o poema. Aceita-o
como ele aceitará sua forma definitiva e concentrada
no espaço.
Chega mais perto e contempla as palavras.
Cada uma
tem mil faces secretas sob a face neutra
e te pergunta, sem interesse pela resposta
pobre ou terrível, que lhe deres:
Trouxeste a chave?
Repara: ermas de melodia e conceito,
elas se refugiaram na noite, as palavras.
Ainda úmidas e impregnadas de sono,
rolam num rio difícil e se transformam em desprezo.
Fonte: http://www.culturapara.art.br/opoema/carlosdrummond/carlosdrummond.htm

Conversa sobre o texto
Proponha que os alunos façam as atividades abaixo em duplas:

1. Em que versos está expressa a seguinte idéia: “Parece nulo o poder do poeta sobre as palavras. Elas existem autônomas em estado latente. Mas não basta apanhá-las e justapô-las. Não se faz poesia assim. No entanto, se as palavras rodopiam na frente do poeta, elas também não podem prescindir dele, pois é a chave do poeta que abrirá as portas para que elas saiam da latência em que se encontram.”? (O FAZER POÉTICO EM DRUMMOND, Fábio Della Paschoa Rodrigues) - http://www.unicamp.br/iel/site/alunos/publicacoes/textos/f00004.htm

2. De que estrofe você mais gostou? Leia-a para os colegas e explique por que você a escolheu.

Atividades de revisão
Proponha as seguintes atividades para serem feitas em trio:

1. Quantos versos e quantas estrofes têm cada poema lido?

2. Leia em voz alta um dos poemas para os colegas e peça para eles perceberem as rimas. Depois, troquem a posição, até as rimas dos três poemas terem sido percebidas. Discutam se todos os poemas lidos têm rima.

Peça que os alunos comparem como Cecília Meireles, Pessoa e Drummond vêem o fazer poético. Há pontos semelhantes? Quais?

Avaliação
Este é o momento de saber se eles, de fato, aprenderam aquilo que você queria que aprendessem. Se não aconteceu, você deve buscar as causas e reorientar a prática.

Atividades de avaliação
Produção de texto - Por meio dos textos que os alunos irão produzir, você avaliará o que compreenderam do que foi estudado e se os seus objetivos de aprendizagem foram atingidos. Ensine que nenhum texto nasce pronto. Para ficar bom, é preciso escrevê-lo e reescrevê-lo muitas vezes, como fazem os bons escritores.
Diga à classe que cada um planeje o que vai escrever, faça rascunho, revise e finalmente passe a limpo seu poema. Reúna as produções dos alunos e exponha-as num mural ou organize uma antologia:

1. O fazer poético - Solicite que escrevam para o 7° ano, um texto expositivo em que explique o que é o fazer poético. Esse texto deve ser em prosa. Depois de pronto, marque um encontro com os colegas do 7° ano. Avise que os textos que escreveram serão avaliados por esses colegas. O leitor é que dirá se entendeu a explicação dada no texto lido por ele. Será considerado bom o texto que conseguiu dar uma explicação satisfatória para o leitor de outra série.

2. Imite o poeta - Peça que produzam um poema em que falem o que é o fazer poético. Esse texto deve ser em versos, distribuídos em estrofes, com rima. Enfatize que poesia é invenção

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Festa Juninas

Projeto
Festa na Roça

Tema:Festa juninas
Duração: 12 dias a (15)
Séries: 1˚ e 5˚ ano
  • Justificativa
    Como é tradição todos anos no de Junho os festejos, de santo Antonio, são João e são Pedro as atividades geram em torno desse tema que e de grande agrado das crianças.O colorido das bandeiras,balões etc. constrõe uma rica oportunidade para nós professores de desenvolver situações de leitura e escrita conhecimentos folclore brasileiro.

Objetivos gerais:
- Desenvolver atividades em que possa enriquecer os conhecimentos relacionando as características das festas juninas sua importância em seus aspectos culturais e religioso na vida do povo brasileiro.
- Desenvolver socialização cultural de forma mútua,
- Objetivos específicos
- Conhecer a origem das festa juninas e suas características: vestimentas, musicas,danças,brincadeiras,alimentação etc.
-Identificar os santos homenageados e conhecer um pouco de suas histórias bíblicas e popularmente.

3- Áreas abrangentes:

Português: Explorar a leitura de textos informativos, de
poesias, músicas juninas, de texto formal e informal, bem como: quadrinhas, caça-palavras e cruzadinhas.
Montar um livrinho com as comidas e bebidas típicas juninas.
· Matemática: sistema monetário e a evolução da moeda brasileira, as quatros operações fundamentais
· Artes - Ilustrações, danças e música típica;
· Ciências: Origens dos alimentos, higiene e cuidados com alimentação;
· Religião: Crêndices popular, histórico bíblica dos santos homenageados
· Geografia:Localizar, geograficamente, os países que deram início às festas juninas, como França e Portugal. Fazer o mesmo no mapa do Brasil, destacando as regiões e a maneira como a festa junina é comemorada em cada uma delas.
· História e Ensino Religioso:Conhecer a origem das festas Juninas e os Santos do mês.Conhecer o significado das danças típicas da festa junina, como a dança do-pau-de-fitas, quadrilha e outras.


4- Objetivos específico das áreas abrangentes:

=Desenvolver a leitura e a escrita;
o Diferenciar as formas, estruturas e funções dos tipos de textos o Identidificar dentro dos textos as situações gramaticais, sinais de pontuação e sua funções dos tipos
do textos;

- Desenvolver atividades em que possa enriquecer os conhecimentos
dos alunos sobre o sistema de numeração decimal (ordem e classe).
-Conhecer a origem da moeda brasileira como também seu uso em situações diversas; - Interpretar e construir situações problemas envolvendo as quatro operações
fundamental;
- Levar os alunos formularem seus próprios conceitos relacionados as crendices populares, mitos e santos homenageados.

-Estimular a criatividade e habilidades motora com a produção de cartazes e
desenhos


5. Recursos Metodológicos

-Diversos tipos de texto: adivinha, receita, piadas, simpatias, músicas;
-Texto informativo: festa junina, sistema monetário outros.
-Barbantes, revistas, papel etc. o C D de musica juninas, vídeo, etc.

6.Ações Metodológicas:

-Apresentar uma música relacionada ao assunto em estudo.
-Cantar e pedir para as crianças escreverem, em seguida escrever coletivamente destacando estutrutura e estéticia; ( gênero)
-Questionamento sobre as músicas. Sendo esse o ponto de partida para a socialização do projeto.
-Questionamento sobre assunto relacionado as festas juninas: Comidas tipicas , brincadeiras , vestimentas, santos homenageados, simpatias etc
-Formar grupo para realizarem busca de sobre assunto com pesquisa sobre:
comidas típicas,
adivinhas ;
brincadeiras;
simpatias.
Músicas
Piadas;
Ditados. Populares


-Cada grupo deveram trazer as informações ou textos sobre o assunto e apresentá-los aos demais. E juntamente com a professora organizá-los em livretos, após construção e correção. O professor a cada dia trabalhar um itém ,pois todos os alunos deveram ter acesso a todos os tipos de textos,tanto do seu assunto de pesquisa como de seus colegas.
-Os santos a serem trabalhados dias homenagiados. Apresentar o texto informativo sobre as vidas dos santos ,discíplos profetas( o professor deveram problematizar e explicar a diferença entre: Santo. Disciplos e profeta).
-Utilizar a biblía e fazer leitura dos capítulos relacionados aos discíplos em estudo.

7. Produto Final:
Exposições dos livretos de: receitas de comidas típicas, provérbios, adivinhas, música, simpatias.
Apresentação das quadrilhas e arraial.

Sugestões de Textos Informativos

A festa junina não existe só no Brasil. Celebrar o nascimento de São João é um costume que vem lá do século IV, dos países católicos da Europa, e foi trazido pelos portugueses para cá.Para participar da festa, o legal é caprichar no visual, com chapéu de palha, vestido rodado, camisa xadrez e calça com remendos coloridos. Para as meninas, o batom vermelho e as bochechas rosadas dão o toque final. Nos meninos não pode faltar um bigodinho.As brincadeiras típicas são a corrida de sacos, a corrida do ovo na colher, cadeia, correio elegante, entre outras. Comidas típicas também não faltam, pipoca, pé-de-moleque, curau, bolo de cenoura, cachorro quente, quentão e mais um monte



Cai, Cai Balão
domínio público

Cai, cai balão
Cai, cai balão/
Aqui na minha mão
Não cai não,
Não cai não, não cai não
Cai na rua do sabão.

Olha Pro Céu Meu Amor
Autores:José Fernandes e Luiz Gonzaga
Olha pro céu meu amor
Vê como ele está lindo
Olha prá quele balão multicor
Como no céu vai sumindo.
Foi numa noite igual a esta /
que tu me deste o teu coração/
O céu estava em festa /
porque era noite de São João /
Havia balões no ar /
xote, baião no salão /
E no terreiro o teu olhar /
que incendiou meu coração.

Capelinha de Melão
domínio público

Capelinha de melão /
É de São João /
É de cravo, é de rosa /
É de manjericão.
São João está dormindo /
Não me ouve não /
Acordai, acordai /
Acordai, João.

Pula a fogueira
Autores: Getúlio Marinho e João B. Filho
Pula a fogueira,
Iaiá
Pula a fogueira,
Ioiô
Cuidado para não se queimar
Olha que a fogueira
Já queimou o meu amor
Nesta noite de festança
Todos caem na dança
Alegrando o coração
Foguetes, cantos e troca
Na cidade e na roça
Em louvor a São João
Nesta noite de folgueto
Todos brincam sem medo
A soltar seu pistolão
Morena flor do sertão
Quero saber se tu és
Dona do meu coração

Balão vai subindo
domínio público

O Balão vai subindo
Vem vindo a garoa
O Céu é tão lindo
E a Noite é tão boa
São João, São João
Acende a fogueira do meu coração

domingo, 17 de maio de 2009

Acre Total

 Sobre o Acre
O Acre tem extensão territorial, com uma superfície de 164.221,36 Km²,.
O Estado está situado num planalto com altitude média de 200 m, localizado no sudoeste da Região Norte.
Os limites do Estado são formados por fronteiras internacionais com Peru e Bolívia e por divisas estaduais com os estados do Amazonas e Rondônia
As cidades mais populosas do Acre são: Rio Branco, Cruzeiro do Sul, Feijó, Tarauacá e Sena Madureira.
O nome Acre surgiu de “Aquiri”, que significa “rio dos jacarés” na língua nativa dos índios Apurinãs. Os exploradores da região transcreveram o nome do dialeto indígena, dando origem ao nome Acre.

Dados gerais Sigla: AC
Habitante: acreano Capital:
Rio Branco População: 686.652 (estimativa IBGE/2006)
Área: 164.221 km²Densidade populacional: 4,18 hab/km²
Situação geográficaLocalização: sudoeste da região Norte. Limites: Amazonas (N); Rondônia (L); Bolívia (SE); Peru (S e O).
Características: planalto (maior parte do território); Serra da Contamana (O). Clima: equatorial. Rios principais: Juruá, Tarauacá, Muru, Envira, Xapuri, Purus, Iaco, Acre. Número de municípios: 22
Cidades mais populosas
Rio Branco – Capital: 314.127 hab. (8.831 Km²)
Cruzeiro do Sul: 86.725 hab. (8.816 Km²)
Feijó: 39.365 hab. (27.964 Km²)
Sena Madureira: 33.614 hab. (23.732 Km²)
Tarauacá: 30.711hab. (20.199 Km²)
Senador Guiomard: 21.000 hab. (2.321 Km²)
Fonte: IBGE, 2006; CPI dos limites do Estado do Acre, 2006.


MESORREGIÃOA mesorregião do Vale do Acre é uma das duas mesorregiões do estado brasileiro do Acre. É formada pela união três microrregiões.

O estado do Acre é dividido geograficamente em duas mesorregiões:
  1. Mesorregião do Vale do Acre;
  2. Mesorregião do Vale do Juruá